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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

MÉDICOS ESCRAVOS, MÉDICOS TIRADORES-DE-ONDA, WEBER E WITTFOGEL.

JORNAL COMENTADO 146
Sexta-feira – 6:57 – 23.08.2013

TONy pachecO*

"Escravos de jaleco chegam para reforçar o Mais Médicos"
("Tribuna da Bahia")


Dois alemães podem explicar sucintamente o que acontece atualmente no Brasil com o programa “Mais Médicos” e seus “cubanitos amestrados”. Max Weber, fundador emérito da Sociologia descreve com exatidão como o capitalismo se tornou o principal modo de produção no mundo e Karl August Wittfogel, aprofundando ideias de Weber, nos mostra como o MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO, onde o Estado é dono das terras e das pessoas, fincou raízes em corações e mentes marxistas. 
E corações e mentes marxistas é o que temos hoje no Estado Brasileiro. Mas, não basta apenas criticar o Estado comandado agora pelo PT na questão do programa “Mais Médicos” e, sim, também colocar no debate o porquê da insistência do Conselho Federal de Medicina por um CONCURSO PÚBLICO para suprir de médicos as centenas e centenas de cidades brasileiras que nunca viram, nem de passagem, um profissional de Medicina.
No que tange à questão de o Estado Brasileiro pagar ao Estado Cubano R$10 mil mensais por cada médico que aqui chegará nos próximos meses, Weber e Wittfogel nos ensinam que no modo de produção asiático, que é o adotado POR TODOS OS REGIMES MARXISTAS, o cidadão não tem liberdade de dispor de sua mão de obra, que é considerada propriedade do Estado, que pode dispor dela para o “BEM-ESTAR GERAL”. Séculos antes de Cristo, assim se organizaram o Egito, a China, a Babilônia, a Índia, a Pérsia e tantos outros Estados da Antiguidade. Karl Marx, ao imaginar sua sociedade socialista, partiu desta concepção asiática para erigir o mundo comunista de seus sonhos. Sim, porque no capitalismo no qual viveu na Europa, não seria possível erigir sociedade socialista alguma, pois as pessoas tomavam conhecimento, justamente nos séculos XVIII e XIX, dos seus direitos civis, o maior deles, inclusive, o de DISPOR DE SUA FORÇA DE TRABALHO DO JEITO QUE MELHOR LHE APROUVESSE. Este tipo de liberdade é INCOMPATÍVEL COM O SOCIALISMO AUTORITÁRIO defendido por Marx, pois QUEM DECIDE no regime idealizado por ele o que é melhor para todos é a “nova classe dirigente do Estado” - no sentido que Milovan Djilas descreve os iluminados marxistas ao chegarem ao poder, como acontece em nosso País neste momento.
Você pode aprofundar este conhecimento na Internet, mas, em resumo, significa que o pensamento autoritário presente atualmente no nosso governo, em Brasília, é O MESMO presente em Havana, capital de Cuba dos Irmãos Castro. Se AS RUAS EXIGIRAM MELHOR SAÚDE e se os médicos brasileiros têm liberdade para trabalhar AONDE QUISEREM e não aonde o Governo quer, então, estava na hora de fazer um acordo com um Estado que pensa IGUAL aos nossos atuais dirigentes. Aí começarão a vir os “cubanitos amestrados”, que não passam de mão de obra escrava dependente do governo castrista. Virão, mesmo, esperneie quem quiser espernear. E suas famílias em Cuba, que são PROIBIDAS PELO REGIME DE VIREM COM OS MÉDICOS, receberão as migalhas dos R$10 mil (no máximo, uns 600 reais, segundo se calcula) e o grosso do dinheiro pago por nós, ficará com os Irmãos Castro. As famílias serão os reféns que manterão os médicos sob as ordens estritas de Havana e Brasília. Claro que haverá uma ou outra DESERÇÃO entre os cubanos, mas, aí, Brasília MANDA DE VOLTA como Lula fez com os atletas cubanos que pediram asilo ao Brasil, lembram? Pois é!

E OS MÉDICOS BRASILEIROS?

Está mais do que claro que os médicos brasileiros não estão afim de trabalhar em Iauaretê, nos confins da Amazônia, nem tampouco em Riacho Frio, um lugar perdido no Sul do Piauí que nem tem acesso ao que chamamos de civilização. Os médicos brasileiros acham pouco R$10 mil (EU E A MAIORIA DE 90% DOS TRABALHADORES BRASILEIROS JAMAIS CONSEGUIU TAL SALÁRIO) mensais simplesmente porque são educados por suas famílias para serem A REDENÇÃO ECONÔMICA DO CLÃ. Então, com esta cabecinha, eles não vão, MESMO, pra lugares perdidos no mapa. Só, talvez, por R$100 mil mensais. Não menos.
E por que o Conselho Federal de Medicina insiste em acabar com o “Mais Médicos” e substituí-lo por um gigantesco concurso público para contratar médicos? Porque aí, os que passarem no concurso poderão entrar com os RECURSOS JUDICIAIS DISPONÍVEIS EM NOSSA DEMOCRACIA e ir para a cidade que bem entenderem, já que nosso ordenamento jurídico não permite escravidão, como em Cuba. Assim, o sujeito vai passar no concurso para trabalhar no meio do mato à beira do Rio Uaupés, e vai acabar trabalhando é em Ipanema, no Rio de Janeiro, ao lado das morenas do bundão e dos rapazes sarados, que é o que todo mundo quer, né verdade?

ESTA BRIGA É BOA

No frigir dos ovos, tudo leva a crer que os municípios perdidos no nada receberão médicos que nem falam Português, mas que são, na verdade, agentes políticos do governo cubano a serviço do governo-irmão brasileiro, e os médicos brasileiros ficarão batendo lata aqui nas capitais, disputando salários de menos de 2 mil reais, mas podendo ir para a “night” curtir a vida adoidado.

É assim a vida em países inóspitos como Brasil, Rússia, Índia, China, Indonésia, Nigéria, Bangladesh, Paquistão: GENTE DEMAIS E VIDA DE MENOS. Quem não gostar, peça pra descer ou volte pra rua, pois do governo não virá nada que preste. Aguardem!

* tonY Pacheco é jornalista-radialista registrado no Ministério do Trabalho e formado pela UFBA e o salário máximo que conseguiu em sua profissão foi de pouco mais de 4 mil mensais e num ALTÍSSIMO cargo no então maior jornal da Bahia. Por aí se vê que os médicos que tiram onda estão certos e eu e outros jornalistas somos burros e escolhemos a profissão errada...

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

VIA BAHIA MANTÉM CONDIÇÕES RUINS NA RIO-BAHIA QUATRO ANOS DEPOIS

JORNAL COMENTADO 145
Quinta-feira - 7:01 – 22.08.2013

tonY PACHEco*

"Rodovia Rio-Bahia não será duplicada é nunca"
(manchete que poderia ser de todos os jornais, TVs e rádios da Bahia e do Brasil)

O motorista que vai de Salvador a Feira e vice-versa, pensa que o problema com a concessão das BRs 324 e 116 à empresa privada Via Bahia se dá apenas naquele BURACÃO perto do Porto Seco Pirajá, que está desde 5 de junho de 2013 aberto, ficou de ser fechado até 31 de julho e, hoje, 22 de agosto de 2013, continua lá, IMPÁVIDO COLOSSO.
Parece que só o Grupo Metrópole, de Mário Kértèsz, sabe fazer verdadeiro jornalismo. Parabéns ao grupo e ao artista da charge! 

O buraco é mais embaixo, é mais de todo lado. Depois de rodar, durante 17 dias por 3.338 km, entre a Bahia e Minas Gerais, por rodovias federais, o que equivaleria a percorrer toda a Europa, de Norte a Sul, da Itália até a Suécia, vemos que o MARASMO ECONÔMICO em que o Brasil vive há séculos é causado pela sua infraestrutura ridícula.
A Via Bahia, que tem a concessão, POR 25 ANOS (imagine!), das BRs 324 (Salvador-Feira) e BR-116 (Rio-Bahia de Feira até Divisa Alegre, na divisa com Minas Gerais), apesar de estar HÁ 4 ANOS no comando das rodovias, só fez, até agora, de relevante, as suas praças de pedágios, onde cobra pra você passar com seu automóvel, caminhão ou ônibus e só encontra asfalto de real qualidade justamente 200 metros antes e depois das próprias praças de pedágios.
A DUPLICAÇÃO da BR-116 e a triplicação da BR-324, que seriam os serviços que todos os usuários das duas vias precisam, NÃO TEM DATA CERTA pra ocorrer, pois o contrato de concessão não estipula datas e mesmo que estipulasse, sabemos que não seriam observadas, haja visto o que ocorreu com as obras de infraestrutura nas cidades-sedes da Copa das Confederações, como Salvador, ONDE NÃO FOI FEITO NADA DE RELEVANTE para a população soteropolitana e ainda conseguiram construir um “viadutinho” de m... que TRINCOU antes de ser aberto. Um espanto da engenharia baiana!

VEJA O RELATÓRIO SINTÉTICO DE VIAGEM:

No quesito ACOSTAMENTO, item importantíssimo de segurança em qualquer rodovia, pois é onde se refugiam do trânsito pesado os veículos avariados e onde se dá socorro imediato aos acidentados, pode-se dizer que CONTINUA QUASE DO MESMO JEITO em que estava antes de outubro de 2009. Há trechos, por exemplo, como entre Conquista e Jequié, onde o acostamento é de alguns centímetros de terra logo seguidos de barrancos dos dois lados. Qualquer acidente nestes trechos é tragédia na certa.
Entre Jaguaquara e Irajuba, por mais de 30 km, o asfalto é uma porcaria, cheio de protuberâncias e outras imperfeições, como acontece também entre a divisa com Minas Gerais e Vitória da Conquista. Mas muito ruim mesmo está o trecho entre Argoim e Santo Estêvão, por quase 40 km. Sem falar da BURAQUEIRA infernal entre Santo Estêvão e o Anel Rodoviário de Feira de Santana, trecho de vários quilômetros que já deveria ter sido TRIPLICADO, mas ainda não foi nem duplicado, o que significa ENGARRAFAMENTO em rodovia federal. Um espanto!

DESLOCANDO A CIDADE PARA O ANEL

Aliás, uma digressão: por que será que o Brasil é um país que faz anel rodoviário para tirar o trânsito rodoviário pesado de suas cidades e, depois, DESLOCA A CIDADE PARA O ENTORNO DO ANEL CONSTRUÍDO? Vamos dar um exemplo para o internauta não acostumado com o assunto. Em Vitória da Conquista, todo o tráfego de caminhões passava dentro da cidade desde a época do ex-presidente João Goulart. Aí, se teve a ideia de construir o Anel Rodoviário na BR-116, passando bem longe do centro de Conquista e, assim, aumentando a velocidade e a segurança no deslocamento entre Nordeste e Sul do Brasil. Lindo, não?
NÃO!!!
Inaugurado o Anel em 2002, desde cedo começou a OCUPAÇÃO das margens, pois o então DNER, hoje em dia DNIT, não se preocupou, nem em Conquista nem em qualquer outra cidade brasileira, em PRESERVAR UMA ÁREA DE AFASTAMENTO DE CONSTRUÇÕES URBANAS no entorno do anel rodoviário. Então, começaram a surgir bairros populares bem na beira da estrada e, hoje, já há até sinaleira na rodovia federal. Um escândalo!
Aliás, escândalo maior é o Anel de Contorno de Feira de Santana, com várias e várias sinaleiras, cruzamentos com avenidas de altíssimo fluxo de veículos e pedestres etc. e tal. E tudo por que? No final dos anos 1960, quando foi construído, o desenho do Anel de Feira foi estabelecido muito próximo da mancha urbana e, com isso, a via de aproximadamente 20 km, tornou-se POLO DE ATRAÇÃO de residências e empresas. Não deu outra. Hoje, é a parte MAIS ENGARRAFADA da BR-116, rivalizando com alguns trechos da Via Dutra, que liga São Paulo e Rio. Só que no trecho sudestino, são várias faixas de rolamento e o asfalto é de Primeiro Mundo, e no Anel de Feira, é só mão e contramão e o asfalto é de Último Mundo, com uma BURAQUEIRA INFERNAL, quebra-molas etc. e tal.
E tem solução? Claro. Ao se instalar um anel rodoviário, deve-se estabelecer uma ÁREA “NON AEDIFICANDI” que não permita em nenhum momento que o dinheiro público investido na obra escoe pelo ralo da irresponsabilidade. Hoje em dia, nos trechos dos anéis de Conquista e Feira, o que se vê é que o dinheiro público usado foi jogado no lixo, pois, no primeiro, o caos está próximo e no segundo, o caos está instalado, com trânsito na rodovia à velocidade de 5 km por hora, ou menos.

TRECHO AINDA NAS MÃOS DO DNIT

E se de Salvador até Divisa Alegre, na divisa com Minas Gerais, os 632 km administrados pela Via Bahia variam de péssimos e ruins até razoáveis e bons (não há trechos ótimos, pois a DUPLICAÇÃO, que é o que se precisa para A MAIOR RODOVIA ASFALTADA DO BRASIL),  de Divisa Alegre até Além Paraíba, na divisa Minas-estado do Rio, a coisa pega na altura do km 665, entre os municípios de Fervedouro e Miradouro.  Pedreira de um lado e precipício de outro, neste trecho, há 10 anos mais ou menos, se formaram DEGRAUS na pista. Sim, degraus! O trânsito só pode ser feito em meia-embreagem por caminhões, ônibus e automóveis. Não há acostamento e há terra por todo lado, o que em dias de chuva se torna um rio de lama.
É patético ver engarrafamento na maior rodovia asfaltada do Brasil bem no meio do NADA.
O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre – DNIT, ligado ao Ministério dos Transportes ("helo!", César Borges!), não vê porque não tem olhos de ver. Igual à grande mídia brasileira (TVs, rádios, jornais e revistas), que teria o dever sagrado de INVENTARIAR estes gargalos da infraestrutura nacional que têm atravancado nosso desenvolvimento e que, no entanto, se faz de surda, cega e muda, levada sabe-se lá por quais interesses...
A única vantagem do trecho mineiro da Rio-Bahia é que o movimento é menor, principalmente de Teófilo Otoni até a divisa com a Bahia, pois o grosso dos caminhoneiros entra na BR-116 a partir do entroncamento que leva até Montes Claros, Belo Horizonte e da capital mineira, pela Rodovia Fernão Dias, até São Paulo, de onde provém os comboios de caminhões que infernizam o trecho baiano da via, justamente o trecho onde a DUPLICAÇÃO FAZ MAIS FALTA e onde ela parece que nunca vai acontecer.

"O MINISTÉRIO NACIONAL DAS ESTRADAS ADVERTE: TRABALHAR GERA MULTAS"
(inscrição no veículo de um caminhoneiro gozador da paranaense cidade de Dois Vizinhos, flagrado na BR-116 da Via Bahia no dia 20.08.2013, entre Itatim e Argoim, já prevendo o que a Via Bahia vai fazer nos próximos dias - encher a rodovia pedagiada de radares pra extorquir os motoristas)

Grupo Metrópole também acerta no bom jornalismo no caso da buraqueira em Salvador. 

“Bahia goleia o Fla e já é vice-líder”
(“Tribuna da Bahia” de primeiro de agosto de 2013)

Não, não estou ficando maluco. É que resolvi pegar a manchete principal da “Tribuna” da véspera da minha viagem de 3.338 km por rodovias federais baianas e mineiras, para exemplificar o que vou dizer agora: NADA MUDOU EM SALVADOR nos últimos 22 dias e, sendo mais exato, nos últimos 7 meses e 22 dias...

1.     BURACO NA BR-324 – quando saí pelas estradas, o “buracão” da Via Bahia em Porto Seco Pirajá tinha acabado de estourar seu prazo de fechamento no dia 31 de julho e, agora, ao retornar, vejo que NÃO HÁ PRAZO MAIS PARA O FECHAMENTO. Acostumem-se, pois, os baianos, com mais uma obra de metrô, aquela que nunca fica pronta nem tem prazo pra ficar. Como diz minha amiga BigLôra, “é ótimo governar baiano. A gente se acostuma com tudo, desde que tenha um sambão no domingo...”

2.     DESABAMENTO NA AV. CONTORNO – Ontem, a rua foi novamente interditada ali perto da Marina. Parece que, agora, o padrão será este: dia de chuva forte, VÁ PROCURAR OUTRO CAMINHO E ESQUEÇA A CONTORNO. É mais uma obra da nova administração.

3.      BURAQUEIRA GENERALIZADA VIRA BURAQUEIRA INFERNAL – Ao que parece, os motoristas baianos, embora paguem IPVA, multas diárias, CIDE e o escambau, não estão se importando de ter que trocar pneus e peças da suspensão dos seus veículos, pois, no oitavo mês da nova administração, a BURAQUEIRA NAS RUAS CONTINUA A MESMA. Aliás, pelo menos aqui no Boulevard Suisso (sic) e outras ruas do Jardim Bahiano, PIOROU nos últimos 22 dias... A BigLôra tá certa, “baiano é assim..., descansado, seu Tony”, diz a mim entre um gole e outro de cerveja Glacial, pois ela é do povo e não nega.

4.     LADEIRA DO CACAU – A importantíssima e abandonada ligação entre o Largo do Tanque e o superpopuloso bairro de São Caetano, continua lá, FECHADINHA DA SILVA. Oito meses de nova administração ainda não foram suficientes para consertar a ladeira. Quem sabe, quando aquilo tudo desabar em cima da favela da Rua Engenheiro Austricliano, a obra seja feita. Ou, quem sabe, em janeiro de 2017...

5.     VIAS E PASSEIOS DO ENTORNO DA FONTE NOVA – Como prevíamos, estamos há apenas NOVE MESES dos jogos da Copa do Mundo 2014 e os passeios e ruas do entorno da Itaipava Arena Fonte Nova continuam esburacados, feios e TOSCOS. Inclusive a Rua Professora Anfrísia Santiago, que dá acesso a nada mais nada menos que aos CONVIDADOS VIPs da antiga Tribuna de Honra. Este nosso Governo do Estado só é melhor que a Prefeitura do Salvador no quesito obras públicas. Aliás, melhor não: igual.

6.     ENGARRAFAMENTOS – Aumentaram. Aumentaram. E aumentaram. O aumento, parece, é diário. A única novidade é que li hoje no “Correio” que carro que transporta uma só pessoa é “COISA DO DIABO”, segundo o secretário que deveria solucionar o problema, mas que prefere colocar a culpa EM QUEM PAGA OS IMPOSTOS QUE PAGAM O SALÁRIO DELE. É como dizia a moçada no antigo Orkut (tô saudosista hoje...): “A CULPA É MINHA, PONHO EM QUEM EU QUISER”.

7.     CARGA E DESCARGA – kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Depois do riso, nas últimas 48 horas, vi caminhão entrando e saindo de tudo quanto é rua, parando em qualquer lugar a qualquer hora. Pelo visto, a principal causa dos engarrafamentos continua SUB JUDICE e INTOCÁVEL. Ou tenho que ter visão de raio X pra enxergar outra realidade?

* tony Pacheco é jornalista-radialista profissional formado pela UFBA e inscrito no Ministério do Trabalho em ambas as profissões. 


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Por que a mídia amestrada esconde o caos no ferry?

Kraus Berg

Eis o noticiário do caos no sistema ferry-boat, administrado pelo Governo do Estado, e que não sai na grande imprensa (nem TV, nem rádio, nem jornais) nem com reza de mãe preta.
Do jornaldamidia.com.br

Acidente com navio, confusão, tumulto, transtorno e fila quilométrica no ferryboat.

REDAÇÃO DO JORNAL DA MÍDIA
Se não bastasse o acidente de ontem com o ferryboat “Pinheiro”, que bateu fortemente contra o pier de atracação na gaveta de Bom Despacho, às 9h, os usuários do Sistema Ferryboat, explorado pela Internacional Marítima, contratada pela Agerba e Secretaria de Infraestrutura, tiveram um dia de cão nesta segunda-feira (12).
Ontem no Terminal de Bom Despacho foi um verdadeiro inferno para aqueles que tentaram retornar da Ilha de Itaparica usando o ferryboat da empresa parceira do governo Wagner, a Internacional Marítima. Crianças empurradas, mães aflitas, usuários brigando, mais de cinco horas de fila de espera. E o pior: nenhum policial. A Internacional informou que os “três ferries” em tráfego eram suficiente para atender a demanda. Um absurdo, uma falta de respeito, uma falta de vergonha da empresa e do governo, que não respeitam o direito do cidadão, que não atendem com dignidade os baianos.
Hoje, em pleno inverno, quando a demanda do sistema é menos da metade da que é registrada no Verão, a fila de veículos passou da Calçada, em um dia comum de segunda-feira.
A população segue comendo o pão que o diabo amassou, apessar da propaganda enganosa do governo Wagner. A empresa Internacional Marítima, que a Seinfra/Agerba trouxe do Maranhão, é uma gracinha e consegue ser bem pior que a TWB.
A população segue comendo o pão que o diabo amassou, apesar da propaganda enganosa do governo Wagner. A empresa Internacional Marítima, que a Seinfra/Agerba trouxe do Maranhão, é uma gracinha e consegue ser bem pior que a TWB.
Nos terminais de São Joaquim e Bom Despacho, usuários ao gritos protestavam com o atraso nas saídas das embarcações e muitos desistiram de fazer a travessia. Uma desorganização total, sem a presença de qualquer preposto da Agerba, que é tida como responsável pela fiscalização do serviço.
Motivo: só duas embarcações em tráfego. O ferry “Pinheiro”, que retornou mais uma vez da Base Naval de Aratu após passar por serviços do sistema de propulsão (motores), saiu de tráfego após bater durante atracação. O sistema de reversão não funcionou na hora de atracar e houve muito corre-corre no interior da embarcação.
A Agerba, a fiscalizadora, e muito menos a Internacional Marítima, a “fiscalizada”, nada informaram sobre o acidente e muito menos deram qualquer satisfação aos usuários sobre a confusão generalizada nos terminais marítimos ontem à tarde e nesta segunda-feira.
A verdade é que, apesar dos R$ 40 milhões aplicados pelo governo Wagner na “reforma” dos navios, o sistema ferryboat está entregue às baratas. A degradação das embarcações é total e não se sente qualquer movimento da Agerba e da Secretaria de Infraestrutura no sentido de solucionar o problema.
Independente das declarações para enrolar o usuário do secretário Otto Alencar, sempre em emissoras de rádio, a população está entregue à sua própria sorte. O risco de um acidente é total. Tem embarcações trafegando de forma totalmente irregular, como o navio “Maria Bethânia”, autuado diversas vezes pela Capitania dos Portos. O “Bethânia” está com o prazo de vistoria obrigatória vencida.
O programa do apresentador Uziel Bueno mostrou as cenas da confusão de hoje no ferryboat. Aliás, foi o o único veículo, com exceção do JORNAL DA MÍDIA, que divulgou o fato. Dizem que a Internacional Marítima conseguiu calar a imprensa. Não se sabe qual o método empregado.
Mas a verdade é que a grande imprensa, os programas populares de emissoras de rádio e televisão, não falam mais nada sobre o ferryboat. Os blogs políticos chapa-branca, pior ainda. Dizem até que a Internacional, com o seu projeto de “marketing”, investe até na mídia do interior como forma de não ver seus nome nas manchetes. Ma o ferryboat continua sendo um prato cheio.
Quando ocorrer um acidente de proporção, é possível que a farra acabe.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Uma Certa Enciclopédia Brasileira

Uma certa enciclopédia brasileira
                                     
Ricardo Líper

Pequena homenagem ao poema de Borges "Uma certa enciclopédia chinesa".

Os seres humanos se dividem em:
a) pertencentes ao governo,
b) vindos de outros planetas,
c) comedores de moluscos,
d) presos às esculturas,
e) alienados,
f) desenhados em nanquim,
g) magníficos,
h) transcendentais,
i) enfadonhos,
j) habitantes das nuvens,
k) filhos de fadas,
l) que correm muito,
m) que enxergam o que não existe,
n) que têm cauda,
o) que nunca choram,
p) que nunca pulam,
q) que, de longe, parecem minhocas.
  

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

VICE-GOVERNADOR INJURIADO COM VIGILÂNCIA DOS ÓRGÃOS CONTRA CORRUPÇÃO

JORNAL COMENTADO 144
11:07 - 12.08.2013 - Segunda-feira

tony PACheco*

RESPONDENDO AO VICE-GOVERNADOR DA BAHIA: POR QUE SE GASTA TANTO COM VIGILÂNCIA CONTRA CORRUPÇÃO? E QUAL A SOLUÇÃO?


"No Brasil se gasta mais com órgãos de vigilância do que com investimentos de fato”
(Vice-governador Otto Alencar - PSD-BA - no site bahianoticias.com.br)

“Da mesma forma que estradas e portos bem estruturados melhoram a produtividade do País, instituições ineficientes diminuem o ganho da nação.”
(Marcos Fernandes, diretor da Escola de Economia de S. Paulo)

O vice-governador da  Bahia e também secretário de Infraestrutura do estado, Otto Alencar, do PSD, deu uma entrevista ao site “Bahia Notícias” e reclamou que no Brasil se gastaria “mais com órgãos de vigilância do que com investimentos de fato”. O tom, no entanto, não foi de júbilo, como seria esperado de uma autoridade pública, mas, sim, de profundo desgosto, atribuindo aos órgãos de controle dos atos de corrupção o fato de os governantes não realizarem as obras que o povo brasileiro exige e, dentre estas, o Metrô de Salvador. Curiosamente, o vice-governador (responsável, entre outras coisas, pelo caótico sistema ferry-boat que liga Salvador à Ilha de Itaparica) não citou os casos ESCABROSOS verificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nesta obra de mais de uma década de construção do sistema metroviário da capital baiana.
Para ajudar o vice-governador a entender por que os órgãos controladores no Brasil têm ficado de orelhas em pé com nossos políticos corruptos, nós vamos dar uma ajudinha:

1)    O Banco Mundial, desde 1996, publica o “Relatório Anual Assuntos de Governança” e, por ele, se atribui notas de 0 a 100 aos países pela sua VIGILÂNCIA CONTRA A CORRUPÇÃO. Enquanto países nossos vizinhos, como Uruguai, Costa Rica e Chile (“curiosamente”, os de melhor qualidade de vida na América Latina) têm nota que quase chega a 90, o Brasil obteve em 2006, um ano após o Escândalo do Mensalão, nota 47. Só fomos melhores que a Rússia, um país que recebeu nota 28 e a China, que recebeu nota 31, dois países que você, quando pesquisa como são administrados, FICA VERMELHO DE VERGONHA ALHEIA;

2)    Entre 206 países verificados pelo Banco Mundial, o Brasil ficou em centésimo sexto lugar em combate à corrupção;

3)    Num estudo feito pela Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), “a perda de produtividade provocada por fraudes públicas no Brasil atinge a casa de US$ 3,5 bilhões por ano" (cerca de 8 bilhões de reais). "Da mesma forma que estradas e portos bem estruturados melhoram a produtividade do País, instituições ineficientes diminuem o ganho da nação", afirma Marcos Fernandes, coordenador da Escola paulista;

4)    Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o custo da corrupção no Brasil é muito mais do que supõe a metodologia da Escola de Economia da FGV em S. Paulo e gira entre 41 e 69 bilhões de reais. UM ROMBO MONSTRUOSO, MAIS DO QUE O PIB DE DEZENAS DE PAÍSES.

OS NÚMEROS ACIMA, QUERIDO VICE-GOVERNADOR, SÃO AS-SUS-TA-DO-RES!

Apenas por estes quatro quesitos, poderíamos defender que houvesse UM POLICIAL FEDERAL, 24 horas por dia, atrás de cada vereador, deputado estadual, deputado federal, senador, prefeito, governador e, claro, uns 100 atrás do presidente da República.

E a solução é bem simples: não haverá vigilância da Controladoria da União, tribunais de contas da União, estados e municípios, nem tampouco vigilância do Ministério Público, NA HORA EM QUE SE PARAR DE SUPERFATURAR TANTO. ENFIM, SE PARAREM DE ROUBAR TANTO, as obras fluirão naturalmente.


Ponto.

* tony Pacheco é jornalista-radialista profissional registrado no Ministério do Trabalho e acha que nossos governantes, todos honestíssimos, deveriam ser deixados em paz para nos governar com sua sapiência, honorabilidade e competência. 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

UM GOVERNO INCOMPETENTE PARA GOVERNAR

JORNAL COMENTADO 143
10:41 - 09.08.2013 - Sexta-feira

toNY pachecO*

O CASO DO KM 665 DA RODOVIA RIO-BAHIA (BR-116)

"TCU aponta superfaturamento em obras na BR-265 que estão sob a responsabilidade do DNIT, órgão do governo federal"
("Minas Transparente")


"O Dnit é mesmo um covil. Um dos diretores é réu por corrupção e falsidade ideológica e um superintendente já foi condenado por desvio de material."

(Carlos Newton, "Tribuna da Imprensa", on line)

O trecho do Km 665 da BR-116 (a maior e mais importante rodovia do Brasil), entre Miradouro e Fervedouro, em Minas Gerais: degraus na estrada, emblemáticos do governo do partido que não tem competência para governar

Pretendo rodar pelo menos 3 mil km pelas estradas brasileiras neste mês de agosto e acabo de passar pela BR-116 (Rodovia Rio-Bahia ou Rodovia Santos Dumont), entre os municípios de Fervedouro e Miradouro, no estado de Minas Gerais, por onde milhares de caminhões, ônibus, tratores e automóveis passam todos os dias e, como há 10 anos, na altura do Km 665 (sentido Rio de Janeiro para a Bahia), HÁ DEGRAUS NA ESTRADA. Sim, acreditem, o DESNÍVEL é tão grande, mas tão grande, que forma degraus na pista. Em anos anteriores, o cinismo do DNIT levou o órgão a colocar placas de "CUIDADO - DEGRAUS NA PISTA". Neste ano do aniversário de 10 anos de poder do PT, resolveram tirar as placas, pois são um ATESTADO DE INEFICIÊNCIA sem igual.
Pra quem vai do Rio pra Bahia, na altura do Km 665, do lado direito é um paredão de pedras e, do outro, um enorme abismo. Os veículos ficam se equilibrando à beira do precipício, pois HÁ 10 ANOS as irregularidades estão ali, causando ENORME ENGARRAFAMENTO no meio do  nada, e colocando em risco a vida de milhares de pessoas: caminhoneiros, passageiros de ônibus, crianças em ônibus escolares e motoristas e passageiros dos automóveis.

O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre) parece não se dar conta. Vai lá, passa uma borra de asfalto e deixa as valetas, degraus e buracos do mesmo jeitinho HÁ UMA DÉCADA.
Escolhi este trecho da BR-116 como prova emblemática da INCAPACIDIDADE CRÔNICA do PT para administrar. Parece que nem é maldade ou corrupção, é INCOMPETÊNCIA, antes de mais nada. É um partido que é formado de várias tendências antagônicas, de marxistas notórios a fascistas notórios, e que passa todo o tempo fazendo política e NÃO TEM TEMPO NEM KNOW HOW PRA ADMINISTRAR.
E se lhe disserem que o PT entrega o Ministério dos Transportes a SUSPEITÍSSIMOS políticos dos "partidos da base", acredite, pois isso é mais uma prova da incompetência do PT: deixar o calcanhar de Aquiles da Economia (a infraestrutura) nas mãos de gente suspeita. Tudo a ver.
O DNIT, subordinado ao Ministério dos Transportes, é considerado um dos órgãos mais corruptos da administração federal. Basta botar no Google "CORRUPÇÃO NO DNIT" e você, por mais insensível e apolítico que seja, ficará ESTARRECIDO com as histórias. Basta ver que de 10 obras analisadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), dos anos 2008 a 2010, NOVE (EU DISSE, 9) têm irregularidades flagrantes.
E o resultado disso?
A BR-116 é um caminho de bois, também conhecida como Rio-Bahia ou Rodovia Santos Dumont, a maior do Brasil completamente asfaltada. São 4.385 km de extensão, de Fortaleza, no Ceará, a Jaguarão, no Rio Grande do Sul, atravessando Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Sua extensão é a mesma que atravessar por rodovia toda a Europa, de Lisboa até Moscou, ou de Lisboa até Istambul, na Turquia.
No seu trecho principal, entre as capitais do Rio de Janeiro e de São Paulo, toma o nome de Via Dutra e é a mais movimentada rodovia do País e uma das mais movimentadas do mundo.
Mesmo diante de tanta importância, durante estes 10 anos de governo petista, NÃO FOI DUPLICADA e boa parte NÃO TEM ACOSTAMENTOS dignos deste nome. E o traçado é basicamente o mesmo de 1963, quando o ex-presidente João Goulart viajou pela então Rio-Bahia inaugurando a que viria ser a BR-116, a principal rodovia do País. De lá pra cá foram 50 anos e as curvas perigosas e os traçados meio amalucados que dão a impressão, em certos momentos, que se está voltando em vez de indo (é incrível, mas é verdade), CONTINUAM OS MESMOS.
Nem a ditadura militar, nem os governos de Sarney, Itamar, Fernando Henrique, Lula ou Dilma, dão à principal via de ligação do Brasil a importância ECONÔMICA que ela tem. Na maior parte dela, do Rio Grande do Sul ao Ceará, pontes RIDÍCULAS são precedidas de plaquinhas "ATENÇÃO: PONTE ESTREITA". Pois é! Cinquenta anos depois, pontes ridículas continuam espalhadas por esta rodovia, a ponto de que se duas carretas se encontrarem sobre elas, muito provavelmente os retrovisores vão se espatifar. Vocês não imaginam a quantidade de carretas tombadas eu vi nas últimas 48 horas...
E tudo porque o Ministério dos Transportes e seu órgão de estradas, o DNIT, parece terem sido amaldiçoados pela praga da corrupção. Gastam-se milhões de reais com as rodovias, mas o resultado final para os caminhoneiros que TRANSPORTAM TODAS AS RIQUEZAS NACIONAIS, passageiros de ônibus e motoristas de automóveis, é que o dinheiro está indo pro bolso de alguém e não para as rodovias. Vide os casos que pululam na Internet. É só conferir. Quer dizer, conferir na Internet, pois nossas TVs, rádios, jornais e revistas são todos "patrocinados" pelo governo federal com anúncios da Petrobras e outros órgãos que nada fazem além de marketing político e por isso, ficam CALADINHOS...
Pelo que se viu nas manifestações de rua de junho passado, seria de bom tom que as populações de cada cidade, de Norte a Sul, por onde passa a BR-116, invadissem a via, impedindo a circulação até que o governo se dispusesse a duplicá-la TOTALMENTE, como fez no trecho entre o Rio e São Paulo. Acho que só assim os BURROCRATAS de Brasília acordariam para a importância social e econômica desta rodovia e de outras Brasil a fora.

* tony Pacheco é jornalista-radialista profissional e estudou Economia na Universidade Federal de Juiz de Fora e na Universidade Federal da Bahia. 






quinta-feira, 1 de agosto de 2013

BENTO RIBEIRO ESCULHAMBA GERAL...

tony PaCHeco

INTELIGÊNCIA É TRANSMITIDA PELA GENÉTICA.

Bento Ribeiro realmente é filho de João Ubaldo Ribeiro.
Vejam a entrevista que ele deu ao Yahoo!
Ele esculhamba MTV, Globo, TV em geral, o Papa Chico. Imperdível!

http://br.noticias.yahoo.com/v%C3%ADdeo/2-chopes-com/?vp=1